julho 23, 2011

2-No hay espejos.

Aquele menino, nascido na beira do mar e sertão, já viera com “El sangre”, uma forma.  E são tantas, ainda serão tantas…

3-Aís.

Tomado por desejos explícitos e aguçados por certa Maria, Eustáquio levantava sempre os vestidos de Maria, com seus 2 dedos subindo,

e de baixo acima,

com aquilo -deixando cócegas nas costas, alma.

Foi numa dessas expedições, que Pedro nasceu da união.

Parte 1

julho 19, 2011

I

 

(cartas)

1-Tudo começa com um grande desbrave, de alma e de corpo.

Tudo começa com um grande desbrave. Purifica. Purifica.

Mas sei sim que há maldições entre o céu e a terra! Sobretudo: aquilo que enerva todas as coisas.

Plantais, animais, céu, estrelas

É ternos

O tempo em eternos.

Foi aí, sem esperar, que obedeceu à vontade: nasceu Pedro. Literatura, então, tomou o tempo como histórias, explodiu numa habilidade geral de percepções, raios, baobás, entornos e contornos!

-Dominávamos o fogo! -Exclamou alguém!

Fuga n 3

julho 11, 2011

-Eu nunca resisto a essas pequenas tentações do minuto. Esses pedaços oblíquos da atmosfera que me deixam, ser. Eu disse romance! Mas existem falhas imprecisas, eu sinto. Carinho e pedaços de imprecisão encontrados em cima de minha mesa. Hmmm, lembrei, lembro de coisas passadas…

(Apresento-vos a literatura por hora)

O Encoberto

Primeiro

D. Sebastião

(…)

Que importa o areal e a morte e a desventura

Se com Deus me guardei?

É o que eu me sonhei que eterno dura,

É Esse que regressarei.

Mensagem, Fernando Pessoa, terceira parte, O Encoberto, I Os símbolos.

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